Bullying!!

| 9 Fevereiro, 2014 | Deixe o seu comentário

bully-2A sociedade atual está cada vez mais atenta ao fenómeno bullying, onde crianças e jovens vivem situações de intimidação e vitimização.

 

A grande maioria das crianças vitimas de bullying possuem características físicas ou psicológicas específicas, que de alguma forma fogem dos ditos "padrões normais" para o meio em causa – o que as torna um alvo de bullying.

 

Entre as crianças de idade pré-escolar é comum e característica desta idade as zangas relacionadas às disputas de brincadeiras,  de posse de materiais ou até mesmo de atenção- o que não carateriza o bullying.

 

Mas se houver a intenção de humilhar, ferir o colega repetidas vezes, dar apelidos para ofendê-lo constantemente- atenção pode tratar-se de um caso de bullying.

 

É comum que as crianças argumentem que não gostam umas das outras, mas é fundamental criar princípios de respeito desde cedo para evitar o bullying.

 

 

Para os Educadores:

  • Incutir que todos devem ser respeitados, independentemente de se dar bem ou não com essa pessoa- para que essa ideia não persista durante o desenvolvimento da criança.
  • Deve ajudar o alvo da agressão a lidar com a dor trazida pelo conflito. Não só incentivar à paz mas também resolver o conflito com uma conversa.
  • Contar histórias em que as crianças se coloquem no lugar de quem goza e intimida os outros e de quem é gozado e vitimizado – mostrando os dois lados da mesma situação.

 

Para os pais das crianças e adolescentes:

  • Esteja atento à ira impulsiva sem motivos familiares que o justifiquem, alterações no humor, isolamento compulsivo, recusa em ir à escola.
  • Não permita que o seu filho seja alvo de alcunhas ou de brincadeiras pejorativas com frequência.
  • Dialogar com os seus filhos sobre casos de  violência que presenciem ou vivenciem é fundamental assim como criar o hábito de não guardarem segredos.
  • Não há respostas certas para este assunto apelo sobretudo ao diálogo entre família e à reflexão – os pais são os melhores conselheiros para os filhos, para isso há a necessidade de não guardar segredos de qualquer situação que possa vir a ocorrer- crie com os seus filhos uma relação de confiança.

 

Para todos:

 

Não podemos esquecer que as criança que violentam também são crianças e que os atos de violência que protagonizam são reflexo de negligência dos seus pais e das escolas.

 

Princípio fundamental: Respeite o próximo – dê exemplo ao seu filho.


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